nossos vales

our valleys

sempre gostei muito da música “Vale do Jucá,” de Siba e a Fuloresta do Samba. mas ontem assisti ao filme “Baixio das Bestas,” de Claudio Assis e no final dois dos personagens, enquanto se protegem de uma forte chuva, divagam sobre aquilo que os cerca -e também o que não os cerca. quando o filme termina e os créditos começam, encontrei um significado ainda maior pra esta música.
I’ve always really liked the song “Vale do Jucá,” by Siba e a Fuloresta do Samba. but yesterday I watched the film “Bog of the Beasts” by Claudio Assis and in the end while two of the characters shelter from a storm, ramble about what surrounds them -as well as what does not surround them. when the film ends and the credits begin, I found a larger meaning to this song.

“Era um caminho quase sem pegadas
Onde tantas madrugadas folhas serenaram
Era uma estrada, muitas curvas tortas
Quantas passagens e portas ali se ocultaram

Era uma linha, sem começo e fim
E as flores desse jardim, meus avós plantaram
Era uma voz, um vento, um sussurro
Relampo, trovão e murro nos que se lembraram”

“It was a path nearly with no footprints
Where so many dawns leaves calmed
It was a road, many crooked turns
How many doors and passages lied concealed

It was a line without beginning and end
And the flowers of this garden, my grandparents planted
It was a voice, a wind, a whisper
Lightning, thunder and punch to remind us”

baixio das bestas still

 

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