o incômodo

nuisance

Às vezes passo meses seguindo em uma aparente linha reta por causa de prazos e datas, e quando olho pra trás vejo que muita coisa permaneceu igual. A questão é que chega um momento onde você sente que é preciso fazer as coisas de um jeito diferente, mudar o olhar. Comecei um trabalho novo faz alguma semanas, com o qual tenho brigado bastante, principalmente porque ele é o oposto daquilo que estou acostumada: no lugar do espaço negativo, o excesso. O fato de não saber muito bem por onde estou trilhando faz parte da ideia do trabalho também; algo como se embrenhar em uma mata fechada. Voltar diariamente a este trabalho não tem sido muito fácil, mas sigo adiante.
Sometimes I spend months moving in an apparent straight line because of deadlines and dates, and when I look back I see that much remained the same. The question is that there comes a point where you feel it’s necessary to do things in a different way, change the way you look at things. I started a new piece some weeks ago, with whom I have fought a lot, mainly because it is the opposite of what I’m used: instead of negative space, excess. The fact of not quite knowing where I’m walking is part of the idea of the piece as well, something like stepping into a dense forest. Going back to this daily work has not been easy, but I move on.
forest

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