falante

talker

Eu costumava não gostar muito de falar sobre o meu trabalho e juro que tinha vontade de responder algumas perguntas com um “porque sim.” É difícil às vezes racionalizar algo que vem de um canto tão inconsciente seu, onde muitas destas explicações só aparecem anos mais tarde. Também parto do princípio que o trabalho por si só deve falar.
Mas com o tempo percebi que era um exercício ótimo pra que eu mesma pudesse entender algumas coisas e fazer conexões que talvez não tivesse feito de outro jeito.
Nos últimos meses andei falando bastante. E tive sorte de conhecer pessoas incríveis, como a Kristin Farr, e não demorou muito pra que ela se tornasse um desses amigos queridos perdidos no contínuo espaço-tempo.
O resultado dessa conversa foi uma entrevista de 12 páginas na revista Juxtapoz, edição de fevereiro, a qual fiquei muito feliz com o resultado final. Este retrato foi tirado pelo Adalberto Rossette, em um canto escondido encontrado por acaso, em uma casa abandonada.
Outra pessoa muito querida que conheci foi o Ben Carlson, que me entrevistou para a rádio comunitária de Jackson Hole KHOL. Essa conversa sobre lei cidade limpa, a escuridão da infância, morte, solitude e a jornada eu divido com vocês aqui.
I used to not enjoy talking much about my work and I swear I’d feel like answering some questions with “just because.” It’s hard sometimes to rationalize something coming from such unconscious place of yours, where many of these explanations only appear years later. And I also feel that the artwork should speak for itself.
But with time I’ve realized how great of an exercise it is so that I could understand some things myself, and make connections which maybe I wouldn’t have otherwise.
I have been speaking a lot for the past few months. And I was lucky to have met some wonderful folks, such as Kristin Farr, and it didn’t take long for her to become one of those dear friends lost in the espace-time continuum.
The result of this conversation was a 12 page interview at Juxtapoz magazine, February issue, whcih end result I am very happy about. The portrait you see above was taken by Adalberto Rossette, in a hidden corner found by chance inside an abandoned house.

Another dear person I’ve met was Ben Carlson, who interviewed me for the Jackson Hole community radio KHOL. This conversation about clean city law, darkness in childhood, death, solitude and the journey I share with you here.

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